Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

Cristo e o Amor Incondicional

O Amor Incondicional por tudo e por todas as coisas, só é possível de atingir sob certas condições. Não se pode ter esse sentimento sem compreender que tudo é bom, que tudo é útil, mesmo o ruim age em prol do bem. Senão vejamos; penso que para quem lê este meu pequeno artigo, seja ponto assente que a humanidade caminha para um desenvolvimento, que tudo na Natureza caminha sempre para uma evolução e não ao contrário, sem entrar em considerações Darwinianas, nunca se viu uma flor reflorescer das pétalas mortas, começar a viver e depois reduzir o seu tamanho até ficar em semente. Portanto tudo evolui na Natureza, se assim é, nós incluídos, caminhamos para uma outra finalidade sobre a qual não cabe aqui dissertar e que uma Força ou Inteligência Superior a que normalmente chamamos de Deus, impulsa tudo para essa evolução, creio que isso será outro ponto assente.Ora isso leva-nos à próxima consideração; Será um Deus vingativo e punitivo como no Antigo Testamento, ou um Deus benevolente e cheio de Amor como no Novo Testamento? Creio que a maioria pende para a segunda consideração, então a finalidade de toda esta evolução será boa ou má? Penso que poderemos deduzir que será boa, pois um Deus de Amor, só assim poderá agir. Então, todas as contrariedades, desgraças e dores afinal devem ter uma finalidade qualquer, que seja a que for acabará sempre em bem. Afinal, como vimos, o ruim está a trabalhar, em última análise para o bem. Assim poderemos compreender agora as palavras de Cristo que Lucas transcreve em Lc. 12,51 “Eu vim atear fogo sobre a terra; e como gostaria que ele já se tivesse ateado! Tenho que receber um baptismo, e que angústias as minhas até que ele se realize!” Ora aí esta! Ele o arauto do Amor, que veio precisamente como ninguém antes, nem depois, apregoar o Amor e a Paz entre os homens, a dizer estas palavras… Mas Ele ainda disse mais, no Capítulo seguinte Diz; “Julgais que Eu vim estabelecer a paz na Terra? Não, Eu vo-lo digo, mas antes a divisão. Porque, daqui por diante, estarão cinco divididos numa só casa; três contra dois e dois contra três; vão dividir-se: o pai contra o filho e o filho contra o pai, a mãe contra a filha e a filha contra a mãe, a sogra contra a nora e a nora contra a sogra.” Que grande contradição! Vejamos agora bem à luz da história se será assim uma grande contradição: NÃO A PAZ, MAS A ESPADA Todas as Religiões de Raça, como no Antigo Testamento, são do Espírito Santo. Baseadas na lei, são insuficientes, porque produzem o pecado e acarretam a morte, a dor e a tristeza. Todos os Espíritos de Raça sabem disso e compreendem que suas religiões são, tão somente, passos necessários para atingir algo melhor. Todas as Religiões de Raça, sem excepção, indicam Alguém que virá, o que demonstra a assertiva anterior. A religião dos persas indica a Mithras; a dos Caldeus, a Tammuz. Os antigos deuses do norte previam a aproximação da "Luz dos Deuses", quando Surt, o brilhante Sol-Espiritual viesse substituí-los e uma nova e mais formosa ordem se estabelecesse em "Gimel", a Terra regenerada. Os egípcios esperavam a Horus, o Sol recém-nascido. Mithras e Tammuz são também simbolizados como órbitas solares e todos os templos principais eram construídos com frente para Leste, para que os raios do Sol nascente pudessem brilhar directamente através das portas abertas. O templo de São Pedro, em Roma, foi assim edificado. Todos estes fatos demonstram que, geralmente, era sabido que Aquele que viria seria um Sol Espiritual, para salvar a humanidade das influências separatistas das Religiões de Raça. Essas religiões eram passos necessários à humanidade a fim de prepará-la para a vinda de Cristo. O homem deve primeiramente cultivar um "eu", antes de poder ser desinteressado e compreender o aspecto superior do Amor Incondicional e da Fraternidade Universal, que exprime unidade de propósitos e interesses. Cristo lançou as primeiras bases do Amor Incondicional e da Fraternidade Universal na sua primeira vinda. Tal Amor Fraternidade será coisa verdadeiramente realizada quando Ele voltar. Como o princípio fundamental de toda Religião de Raça é a separação, que indica o engrandecimento próprio a expensas doutros homens e nações, é evidente que, levado às suas últimas consequências, esse princípio teria necessariamente uma tendência destrutiva e frustraria a evolução, a menos que a religião de raça fosse substituída por uma religião mais construtiva. As religiões separatistas do Espírito Santo devem dar lugar à unificante religião do Filho, a Religião Cristã. A lei deve ceder lugar ao Amor, e as raças e nações separadas devem unir-se numa Fraternidade Universal, tendo Cristo como Irmão Maior. A Religião Cristã não teve ainda o tempo necessário para realizar esse grande objectivo. Até agora o homem está sob a influência do dominante Espírito de Raça. Os ideais do Cristianismo ainda são demasiado elevados para ele. O intelecto pode ver nesses ideais algumas belezas e facilmente admite que devemos amar os nossos inimigos, mas as paixões do corpo de desejos permanecem demasiado fortes. Sendo a lei do Espírito de Raça "olho por olho", o sentimento afirma: "vingar-me-ei". O coração pede Amor, mas o Corpo de Desejos anseia por vingança. O intelecto vê, em abstracto, a beleza de amar os nossos inimigos mas, nos casos concretos, alia-se aos sentimentos vingativos do corpo de desejos com a desculpa de fazer justiça, porque "o organismo social deve ser protegido". É motivo de satisfação, não obstante, que a sociedade sinta desejo de criticar os métodos empregados. Os métodos correctivos e a misericórdia vão-se tornando cada vez mais preponderantes na administração das leis. Podemos notar manifestações desta tendência na frequência com que são suspensas as sentenças e deixados à prova prisioneiros convictos, e no espírito da humanidade que nos tempos actuais se usa para com os prisioneiros de guerra. É a vanguarda do sentimento do Amor Incondicional por tudo e por todos os seres vivos, e da Fraternidade Universal que está já fazendo sentir a sua influência, lenta mas seguramente. Embora o mundo esteja progredindo e, por exemplo, seja fácil assegurar boa assistência às conferências e artigos enquanto se limitarem a falar dos mundos superiores e dos estados post-mortem, pode comprovar que tão logo seja abordado o tema do Amor Incondicional, as audiências perdem-se e os seus artigos passam sempre para o cesto dos papéis. Em geral, o mundo não gosta de considerar coisas que julga "demasiado" altruístas. Deve haver uma razão para isso. Não considera norma de conduta natural a que não ofereça uma oportunidade de "conseguir alguma coisa dos seus semelhantes". As empresas comerciais são planeadas e conduzidas segundo este princípio. Ante a mente desses que estão escravizados ao desejo de acumular riquezas inúteis, a ideia do Amor Incondicional e da Fraternidade Universal evoca as terríveis visões da abolição do capitalismo e sua inevitável consequência, a exploração dos demais, e enfim, o fatal naufrágio dos "interesses de negócios". A palavra "escravizados" descreve exactamente a condição. De acordo com a Bíblia, o homem deveria ter domínio sobre o mundo mas, nas grande maioria dos casos, o inverso é a verdade: o mundo é que tem domínio sobre o homem. Cada homem que tenha interesses próprios admitirá, em momentos de lucidez, que as posses constituem uma fonte inesgotável de aborrecimentos, que se vê constantemente obrigado a traçar planos para conservar os seus bens, ou pelo menos cuidar deles para evitar perdê-los, pois sabe "por dura experiência" que os outros estão sempre procurando tomá-los. O homem é escravo de tudo aquilo que, por inconsciente ironia, chama de "minhas posses" quando, em realidade, são elas que o possuem. Bem disse o Sábio de Concord: "São as coisas que vão montadas e cavalgam sobre a humanidade". Este estado resulta das Religiões de Raça e seus sistemas de leis; por isso, todas elas assinalam "Aquele que deve vir". A Religião Cristã é a única que não espera Aquele que deve vir, mas sim "Aquele que deve voltar". A sua volta se fará quando a Igreja se liberte do Estado. A Igreja, especialmente na Europa, está atrelada ao carro do Estado. Os ministros de Igreja encontram-se coibidos por considerações económicas, não se atrevem a proclamar as verdades que os seus estudos lhes têm revelados. Recentemente, um viajante assistiu, numa igreja, a uma cerimónia de confirmação. A Igreja está sob o domínio do Estado e todos os seus ministros estão sob o poder temporal. Os fiéis nada têm a dizer sobre o assunto. Podem frequentar a igreja ou não, como queiram, mas são obrigados em muitos países a pagar as taxas que sustentam a instituição. Além de efectuar os ofícios sob a direcção do Estado, o pastor da igreja visitada era condecorado com várias ordens conferidas pelo rei. O brilho das faixas oficiais era um silencioso mas eloquente testemunho da grande escravidão a que está submetida a Igreja pelo Estado. Durante a cerimónia, o pastor rogou pelo rei e pelos legisladores, para que estes pudessem reger o país sabiamente. Enquanto existirem reis e legisladores, essa oração será muito apropriada, mas foi muito chocante ouvi-lo exclamar ao final: "...e, o Todo-Poderoso Deus, protege e fortifica nosso exército e armada". Uma oração semelhante só demonstra claramente que o Deus adorado é o Deus da Tribo ou Nacional, o Espírito de Raça. O último acto de Cristo-Jesus foi arrancar a espada das mãos do amigo que queria protegê-lo, todavia, Ele disse que não tinha vindo para trazer a paz, mas uma espada. Disse-o porque previa os mares de sangue que as nações "cristãs" militantes provocariam, em consequência da má interpretação dos seus ensinamentos. Os seus elevados ideais não podiam ser imediatamente alcançados pela humanidade. São terríveis os assassínios nas guerras e outras atrocidades semelhantes, mas são também potentes ilustrações daquilo que o Amor há de abolir. É por isso só aparente a contradição entre as palavras de Cristo-Jesus ( “Julgais que Eu vim estabelecer a paz na Terra? Não, Eu vo-lo digo, mas antes a divisão.” ) e as palavras do cântico celestial que anunciava o nascimento de Jesus: "Paz na Terra, e boa vontade entre os homens". É a mesma contradição aparente que existe entre as palavras e os actos de uma mulher que diz: "vou limpar toda a casa e arrumá-la". E começa a tirar os tapetes, a empilhar as cadeiras, etc., produzindo uma desordem geral na casa anteriormente em ordem. Quem observasse unicamente este aspecto, poderia exclamar justificadamente: "está pondo as coisas piores do que antes". Mas, quando compreender o propósito do trabalho, compreenderá também a momentânea desordem, sabendo que a casa ficará, depois, em melhores condições. Análogamente, devemos ter presente que o tempo transcorrido desde a vinda de Cristo-Jesus não é mais do que um momento, quando comparado com um só Dia de Manifestação. Aprendemos a conhecer, como Whitman, "a amplitude do tempo", e a olhar além das passadas e presentes crueldades e dos zelos das seitas em guerra, a caminho da Fraternidade Universal. Esta marcará o grande novo passo do progresso humano em sua larga e gloriosa jornada desde o barro até Deus, desde o protoplasma até à consciente unidade com o Pai, esse. . . distante e Divino acontecimento, para o qual se move a criação inteira. Paz, boa vontade e Amor Incondicional a todos, sem excepção, não excluindo nem os inimigos. É de admirar que custe muito a educar a humanidade para este tão elevado tipo de moral? Há algum meio melhor para demonstrar a beleza e a necessidade da paz, da boa vontade e do amor do que compará-los com o estado actual de guerras, egoísmos e ódios? Quanto mais forte é a luz, tanto mais profunda é a sombra que projecta. Quanto mais altos os ideais, mais claramente podemos ver os nossos defeitos. Lamentávelmente, no nosso presente estado de desenvolvimento, a humanidade só pode aprender por meio de duríssimas experiências. Apegada à raça, tem de sentir-se absolutamente egoísta, para que possa provar as amarguras que lhe produz o egoísmo alheio, assim como é preciso conhecer a enfermidade para reconhecer-se quanto vale a saúde. A religião impropriamente chamada Cristã tem sido a mais sangrenta que se conhece, sem exceptuar o Maometanismo que, a esse respeito, é muito parecido com o nosso mal praticado cristianismo. Nos campos de batalha e durante a Inquisição, cometeram-se atrocidades inqualificáveis em nome do doce e meigo Nazareno. A espada e o vinho, isto é, a cruz e o cálice da comunhão pervertidos, foram os meios de que se valeram as poderosas nações chamadas cristãs para dominar os povos pagãos e as nações mais débeis que professavam a mesma fé que os seus conquistadores. O mais ligeiro exame da história greco-latina ou das raças teuto-anglo-saxónicas corroborará amplamente essa afirmação. Enquanto o homem esteve plenamente sob o governo das religiões de raça de cada nação, cada uma destas era um conjunto unido. Os interesses individuais subordinavam-se voluntariamente aos interesses da comunidade. Todos estavam "na lei". Todos eram, em primeiro lugar, membros de suas respectivas tribos e, secundariamente indivíduos. Nos tempo presentes, há tendência para ir ao outro extremo, exaltando-se o "eu" sobre tudo o mais. O resultado é evidente nos problemas económicos e industriais, surgidos em todas as nações, cujos problemas clamam por pronta solução. O estado de desenvolvimento em que o homem sinta-se uma unidade absolutamente separada, um Ego que segue seu caminho independentemente, é condição necessária. A unidade nacional, de tribo ou de família, precisa ser desfeita para que o Amor Incondicional e a Fraternidade Universal possa ser um facto. O regime do paternalismo foi já amplamente sucedido pelo reinado do Individualismo. Agora, conforme a civilização avança, estamos aprendendo o que este último tem de mau. O desordenado método de distribuir os produtos do trabalho, a avidez de uns poucos e a exploração de muitos, todos esses crimes sociais produzem o enfraquecimento, as depressões económicas e perturbações nas classes trabalhadoras, destruindo a paz interna. A guerra industrial dos nossos dias é muito pior e mais destrutiva do que as guerras militares entre as nações. Vemos que concluído nos dias que correm ainda estamos muito longe desses altos ideais que Cristo-Jesus predicou, quem agora conseguir ter esses ideais tem que sofrer como Ele essa transformação “Tenho que receber um baptismo, e que angústias as minhas até que ele se realize!” Porque temos que entender que como disse ao princípio deste artigo, que esse crescimento anímico e espiritual não se faz sem dor, é um baptismo com o fogo, que se dá por dentro de cada um, e isso até que esses altos ideais se instalem completamente “Nada sabereis até que o Cristo se forme em vós”, disse o Evangelista. Sabemos que a humanidade ainda está muito atrasada nesse processo, mas como em tudo, há sempre os que se adiantam e os que ficam para trás, e neste Plano de Deus em que tudo é bom e que o ruim só pode ser uma colaboração para o bem, sabemos qual é o caminho: O Amor Incondicional por tudo e por todos os seres vivos, passando pela Fraternidade Universal.

 

 Victor Rodrigues.

 www.bioreiki.com

 

LEIA TAMBÉM: O Amor Incondicional

victor rodrigues www.bioreiki.com bioreiki às 15:48
www.bioreiki.com | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

A Marca da Besta

A Nova Moeda do Mundo:

Alertei que a Motorola e outras empresas estão gastando milhões de Dólares no desenvolvimento e implantação de micro chips , que já estão sendo utilizados em todo mundo, implantando-os por baixo da pele de seres humanos, na mão direita e na frente por baixo da raiz dos cabelos, isso permite uma identificação e localização perfeita do seu portador, como para casos de rapto, ou identificações especiais.

Eu só fiz alertar para uns escritos de à cerca de dois mil anos, como se pode ver na Bíblia em Apocalipse Capítulo 13 nos parágrafos 16 e 17, onde é dito textualmente:

"E a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, marcou-os com um sinal na mão direita ou na fronte. E assim, quem não tivesse o sinal, o nome da besta ou o número do seu nome não podia comprar nem vender.".

Fui pois designado de Jeová, eu não tenho nada contra a quem siga essa ou outra religião qualquer, no entanto eu leio a Bíblia, não preciso que me interpretem o que lá vem, mas cada um é como cada qual. Se chamam a isso ser Jeová, então não sabem o que é, ou não é.

 

Ou será, por exemplo, que onde aprendem, já lhes explicaram alguma vez porque razão no 1º Capítulo do Géneses o homem é criado em primeiro lugar, e no 2º Capítulo só aparece em último lugar, quando já tudo existia?

Perguntem a quem lhes explicou, ou explica a Bíblia e eles que os esclareçam (gostaria de ver!).

 

E já agora, porque é que no 1º Capítulo o Criador é chamado de "Deus", e no segundo é chamado de "SENHOR Deus", (isto nas Bíblias mal traduzidas que são usuais na Igreja Católica, e de "Jeová" nas dos Jeovás, que também está mal traduzido.

Na Bíblia original, ou bem traduzida é: Elohim " para o 1º Capítulo e no segundo Javé Yhwh ) Adonay " ).

 

Agora também há os que pensam que a Bíblia é algum romance da carochinha, escrito para entreter as pessoas, pois não a podem compreender.

 

O próprio facto destas passagens e de muitas outras existentes na Bíblia poderem ter sido formuladas para permitir muitos significados, confunde os não iniciados, mas é iluminador para aqueles que têm a chave.

 

A sabedoria transcendental das maravilhosas Inteligências que inspiraram a Bíblia fica demonstrada nisto: A Bíblia original foi escrita toda seguida, sem interrupções entre as palavras e sem vogais, se as vogais tivessem sido inseridas e feita a divisão de palavras, haveria apenas um modo de lê-las, e então esses grandes e sublimes mistérios não poderiam ter sido ocultados.

 

Teria sido o método apropriado se os autores tivessem a intenção de escrever um livro “aberto” sobre Deus; mas este não foi o seu propósito.

 

Esse livro foi escrito unicamente para os Iniciados, e só por eles pode ser decifrado.

 

Teria sido necessária muito menos habilidade para escrever o livro claramente do que foi preciso para ocultar o seu significado. Contudo, não se pouparam esforços para que a escritura contivesse a informação a ser dada, em devido tempo, aos que estivessem habilitados para a entender, resguardando-a ao mesmo tempo dos que ainda não alcançaram o direito de a possuir.

 

Muito se diz e se escreve sobre qual são as interpretações correctas na Bíblia. A dificuldade está em que as pessoas querem algo assente e definitivo. Partem da premissa de que se determinada explicação é verdadeira, todas as outras devem estar erradas.

Mas, categoricamente, esta não é a maneira de se chegar à verdade, que tem múltiplas facetas. Cada verdade oculta precisa ser examinada sob os diferentes pontos de vista.

Penso que cada ponto de vista apresenta uma certa fase da verdade, e todos são necessários para se obter um conceito completo e definido de qualquer coisa sob consideração.

 

Esta é razão porque não devemos refutar de ânimo leve as considerações dos outros, devemos manter um espírito aberto, essencial para a liberdade individual, que requer refutar condicionalismos impostos por educações, culturas, religiões, modas, costumes e até genéticos, ou outros.

 

Bem, já agora para terminar também digo qual é o número da BESTA, é o número 666, (Apoc.13-18) mas isso também será Jeovanismo?

Se é pois que seja, eu não lhe ponho condicionalismos, lá que está escrito na Bíblia está!

Victor Rodrigues

www.bioreiki.com

victor rodrigues www.bioreiki.com bioreiki às 10:34
www.bioreiki.com | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

O Universo como um Holograma

O Universo como um Holograma

 

Existe uma Realidade Objetiva ou o Universo é um Fantasma?

Em 1982 ocorreu um fato muito importante. Na Universidade de Paris uma equipe de pesquisa liderada pelo físico Alain Aspect realizou o que pode se tornar o mais importante experimento do século 20. Você não ouviu falar sobre isto nas notícias da noite. De fato, a menos que você tenha o hábito de ler jornais e revistas científicos, você provavelmente nunca ouviu falar no nome de Aspect.

E há muitos que pensam que o que ele descobriu pode mudar a face da ciência.

Aspect e sua equipe descobriram que sob certas circunstâncias partículas subatômicas como os elétrons são capazes de instantaneamente se comunicar umas com as outras a despeito da distância que as separe. Não importa se esta distância é de 10 pés ou de 10 bilhões de milhas. De alguma forma uma partícula sempre sabe o que a outra está fazendo. O problema com esta descoberta é que isto viola a por muito tempo sustentada afirmação de Einstein que nenhuma comunicação pode viajar mais rápido do que a velocidade da luz. E como viajar mais rápido que a velocidade da luz é o objetivo máximo para quebrar a barreira do tempo, este fato estonteante tem feito com que muitos físicos tentem vir com maneiras elaboradas para descartar os achados de Aspect.

Mas também tem proporcionado que outros busquem explicações mais radicais.

O físico da Universidade de Londres, David Bohm, por exemplo, acredita que as descobertas de Aspect implicam em que a realidade objetiva não existe, que a despeito da aparente solidez o universo está no coração de um holograma fantástico, gigantesco e extremamente detalhado. Para entender porque Bohm faz esta afirmativa surpreendente, temos primeiro que saber um pouco sobre hologramas. Um holograma é uma fotografia tridimensional feita com a ajuda de um laser.

Para fazer um holograma, o objeto a ser fotografado é primeiro banhado com a luz de um raio laser. Então um segundo raio laser é colocado fora da luz refletida do primeiro e o padrão resultante de interferência (a área aonde se combinam estes dois raios laser) é capturada no filme. Quando o filme é revelado, parece um rodamoinho de luzes e linhas escuras. Mas logo que este filme é iluminado por um terceiro raio laser, aparece a imagem tridimensional do objeto original.

A tridimensionalidade destas imagens não é a única característica importante dos hologramas. Se o holograma de uma rosa é cortado na metade e então iluminado por um laser, em cada metade ainda será encontrada uma imagem da rosa inteira. E mesmo que seja novamente dividida cada parte do filme sempre apresentará uma menor, mas ainda intacta versão da imagem original. Diferente das fotografias normais, cada parte de um holograma contém toda a informação possuída pelo todo.

A natureza de "todo em cada parte " de um holograma nos proporciona uma maneira inteiramente nova de entender organização e ordem. Durante a maior parte de sua história, a ciência ocidental tem trabalhado dentro de um conceito que a melhor maneira para entender um fenômeno físico, seja ele um sapo ou um átomo, é dissecá-lo e estudar suas partes respectivas. Um holograma nos ensina que muitas coisas no universo não podem ser conduzidas por esta abordagem. Se tentamos tomar alguma coisa à parte, alguma coisa construída holograficamente, não obteremos as peças da qual esta coisa é feita, obteremos apenas inteiros menores.

Este "insight" é o sugerido por Bohm como outra forma de compreender os aspectos da descoberta de Aspect. Bohm acredita que a razão que habilita as subpartículas a permanecerem em contacto umas com as outras a despeito da distância que as separa não é porque elas estejam enviando algum tipo de sinal misterioso, mas porque esta separação é uma ilusão. Ele argúe que em um nível mais profundo de realidade estas partículas não são entidades individuais, mas são extensões da mesma coisa fundamental.

Para capacitar as pessoas a melhor visualizarem o que ele quer dizer, Bohm oferece a seguinte ilustração: Imagine um aquário que contém um peixe. Imagine também que você não é capaz de ver este aquário diretamente e seu conhecimento deste aquário se dá por meio de duas câmaras de televisão, uma dirigida ao lado da frente e outra a parte lateral.

Quando você fica observando atentamente os dois monitores, você acaba presumindo que o peixe de cada uma das telas é uma entidade individual. Isto porque como as câmeras foram colocadas em ângulos diferentes, cada uma das imagens será também ligeiramente diferente. Mas se você continua a olhar para os dois peixes, você acaba adquirindo a consciência de que há uma relação entre eles.

Quando um se vira, o outro faz uma volta correspondente apenas ligeiramente diferente; quando um se coloca de frente para a frente, o outro se coloca de frente para o lado. Se você não sabe das angulações das câmeras você pode ser levado a concluir que os peixes estão se intercomunicando, apesar de claramente este não ser o caso.

Isto, diz Bohm, é precisamente o que acontece com as partículas subatômicas na experiência de Aspect. Segundo Bohm, a aparente ligação mais-rápido-do-que-a-luz entre as partículas subatômicas está nos dizendo realmente que existe um nível de realidade mais profundo da qual não estamos privados, uma dimensão mais complexa além da nossa própria que é análoga ao aquário. E ele acrescenta, vemos objetos como estas partículas subatômicas como se estivessem separadas umas das outras porque estamos vendo apenas uma porção da realidade delas.

Estas partículas não são partes separadas mas sim facetas de uma unidade mais profunda e mais subliminar que é holográfica e indivisível como a rosa previamente mencionada. E como tudo na realidade física está compreendido dentro destes "eidolons", o próprio universo é uma projeção, um holograma.

Em adição a esta natureza fantástica, este universo possuiria outras características surpreendentes. Se a aparente separação das partículas subatômicas é uma ilusão, isto significa que em nível mais profundo de realidade todas as coisas do universo estão infinitamente interconectadas.

Os elétrons num átomo de carbono no cérebro humano estão interconectados com as partículas subatômicas que compreendem cada salmão que nada, cada coração que bate, e cada estrela que brilha no céu.

Tudo interprenetra tudo e embora a natureza humana possa buscar categorizar como um pombal e subdividir os vários fenômenos do universo, todos os aportes toda esta necessidade é de fato artificial e todas de natureza que é finalmente uma rede sem sentido.

Em um universo holográfico, mesmo o tempo e o espaço não podem mais serem vistos como fundamentais. Porque conceitos como localização se quebram diante de um universo em que nada está verdadeiramente separado de nada, tempo e espaço tridimensional, como as imagens dos peixes nos monitores, também podem ser vistos como projeções de ordem mais profunda.

Este tipo de realidade a nível mais profundo é um tipo de super holograma no qual o passado, o presente, o futuro existem simultaneamente. Sugere que tendo as ferramentas apropriadas pode ser algum dia possível entrar dentro deste nível de realidade super holográfica e trazer cenas do passado há muito esquecido. Seja o que for que o super holograma contenha, é ainda uma questão em aberto. Pode-se até admitir, por amor a argumentação, que o super holograma é a matriz que deu nascimento a tudo em nosso universo e no mínimo contém cada partícula subatômica que existe ou existirá - cada configuração da matéria e energia que é possível, de flocos de neve a quasars, de baleias azuis aos raios gamma. Deve ser visto como um tipo de "depósito" de "Tudo que é".

Embora Bohm admita que não há maneira de saber o que mais pode estar oculto no super holograma, ele se arrisca em dizer que não temos qualquer razão para admitir que ele não contenha mais. Ou, como ele coloca, talvez o nível super holográfico da realidade é um simples estágio além do que repousa "uma infinidade de desenvolvimento posterior".

Bohm não é o único pesquisador que encontrou evidências de que o universo é um holograma. Trabalhando independentemente no campo da pesquisa cerebral, o neurofisiologista Karl Pribram, de Standford também se persuadiu da natureza holográfica da realidade. Pribram desenhou o modelo holográfico para o quebra-cabeças de como e onde as memórias são guardadas no cérebro.

Por décadas, inúmeros estudos tem mostrado que muito mais que confinadas a uma localização específica, as memórias estão dispersas pelo cérebro.

Em uma série de experiências com marcadores na década de 20, o cientista cerebral Karl Lashley concluiu que não importava que porção do cérebro do rato era removida; ele era incapaz de erradicar a memória de como eram realizadas as atividades complexas que tinham sido aprendidas antes da cirurgia. O único problema foi que ninguém foi capaz de poder explicar a natureza de "inteiro em cada parte" da estocagem da memória.

Então, na década de 60, Pribram encontrou o conceito de holografia e entendeu que ele tinha achado a explicação que os cientistas cerebrais estavam buscando. Pribram acredita que as memórias são codificadas não nos neurônios, ou pequenos grupos de neurônios, mas em padrões de impulsos nervosos de tipo cruzado em todo o cérebro da mesma forma que a interferência da luz laser atravessa toda a área de um pedaço de filme contendo uma imagem holográfica. Em outras palavras, Pribram acredita que o próprio cérebro é um holograma.

A teoria de Pribram também explica como o cérebro humano pode guardar tantas memórias em um espaço tão pequeno.

Tem sido calculado que o cérebro humano tem a capacidade de memorizar algo na ordem de 10 bilhões de bits de informação durante a média da vida humana ( ou rudemente comparando, a mesma quantidade de informação contida em cinco volumes da Encyclopaedia Britannica).

Similarmente, foi descoberto que em adição a suas outras capacidades, o holograma possui uma capacidade de estocagem de informação simplesmente mudando o ângulo no qual os dois lasers atingem um pedaço de filme fotográfico, e é possível gravar muitos registros diferentes na mesma superfície. Tem sido demonstrado que um centímetro cúbico pode estocar mais que 10 bilhões de bits de informação.

Nossa habilidade de rapidamente recuperar qualquer informação que precisamos do enorme estoque de nossas memórias se torna mais compreensível se o cérebro funciona segundo princípios holográficos. Se um amigo pede a você que diga o que lhe vem a mente quando ele diz a palavra "zebra", você não tem que percorrer uma gigantesca lista alfabética para encontrar a resposta. Ao contrário, associações como "listrada", parecida com um cavalo e "animal nativo da África" logo lhe vem à mente.

Uma das coisas mais surpreendentes sobre o processo de pensamento humano é que cada peça de informação parece imediatamente correlacionada com muitas outras - uma outra característica intrínseca do holograma. Por que cada porção de um holograma é infinitamente interligada com todas as outras porções, talvez seja a natureza o supremo exemplo de um sistema interligado.

A estocagem da memória não é o único quebra-cabeças neurofisiológico que se torna abordável à luz do modelo holográfico de cérebro de Pribram.

Um outro é como o cérebro é capaz de traduzir a avalanche de freqüências que recebe via sentidos (freqüências de sons, freqüências de luz e assim por diante ) dentro do mundo concreto de nossas percepções. Codificando e decodificando freqüências é precisamente o que o holograma faz melhor.

Exatamente como um holograma funciona como um tipo de lente, um aparelho tradutor capaz de converter um borrão de freqüências aparentemente sem sentido em uma imagem coerente, Pribram acredita que o cérebro também parece uma lente e usa os princípios holográficos para converter matematicamente as freqüências que recebe através dos sentidos dentro do mundo interior de nossas percepções. Um impressionante corpo de evidência sugere que o cérebro usa os princípios holográficos para realizar as suas operações. A teoria de Pribram de fato tem ganho suporte crescente entre os neurofisiologistas.

O pesquisador ítalo-argentino Hugo Zucarelli recentemente estendeu o modelo holográfico ao mundo dos fenômenos acústicos. Confuso pelo fato de que os humanos podem localizar a fonte dos sons sem moverem as cabeças, mesmo se eles só possuem audição em um ouvido, Zucarelli descobriu que os princípios holográficos podem explicar estas habilidades.

Zucarelli também desenvolveu uma técnica de som holográfico, uma técnica de gravação capaz de reproduzir sons acústicos com um realismo quase inconcebível.

A crença de Pribram que nossos cérebros constroem matematicamente a "dura" realidade pela liberação de um input de uma freqüência dominante também tem recebido grande quantidade de suporte experimental. Foi descoberto que cada um de nossos sentidos é sensível a uma extensão muito mais ampla de freqüências do que se suspeitava anteriormente.

Os pesquisadores tem descoberto, por exemplo, que nosso sistema visual é sensível às freqüências de som, nosso sentido de olfato é em parte dependente do que agora chamamos de freqüências ósmicas e que mesmo cada célula de nosso corpo é sensível a uma ampla extensão de freqüências. Estas descobertas sugerem que está apenas sob o domínio holográfico da consciência e que estas freqüências são selecionadas e divididas dentro das percepções convencionais.

Mas o mais envolvente aspecto do modelo holográfico cerebral de Pribram é o que acontece quando ele é conjugado à teoria de Bohm. Se a "concretividade" do mundo nada mais é do que uma realidade secundária e o que está "lá" é um borrão de freqüências holográfico, e se o cérebro é também um holograma e apenas seleciona algumas das freqüências deste borrão e matematicamente transforma-as em percepções sensoriais, o que vem a ser a realidade objetiva? Colocando de forma simples, ela deixa de existir.

Como as religiões orientais há muito tem afirmado, o mundo material é Maya, uma ilusão, e embora pensemos que somos seres físicos que se movem em um mundo físico, isto também é uma ilusão. Somos realmente "receptores" boiando num mar caleidoscópico de freqüência, e que extraímos deste mar e transformamos em realidade física não é mais que um canal entre muitos do super holograma.

Esta intrigante figura da realidade, a síntese das abordagens de Bohm e Pribram tem sido chamada de "paradigma holográfico", e embora muitos cientistas tenham recebido isto com ceticismo, este paradigma tem galvanizado outros. Um pequeno mas crescente grupo de pesquisadores acredita que este pode ser o modelo mais acurado da realidade científica que foi mais longe. Mais do que isto, muitos acreditam que ele pode solucionar muitos mistérios que nunca foram antes explicados pela ciência e mesmo estabelecer o paranormal como parte da natureza.

Numerosos pesquisadores como Bohm e Pribram tem notado que muitos fenômenos parapsicológicos se tornam muito mais compreensíveis em termos do paradigma holográfico.

Em um universo em que cérebros individuais são atualmente porções indivisíveis de um holograma muito maior e tudo está infinitamente interligado, a telepatia pode ser simplesmente o acessamento do nível holográfico. E é obviamente muito mais fácil entender como a informação pode viajar da mente do indivíduo A para a do indivíduo B ao ponto mais distante e auxilia a entender um grande número de quebra-cabeças em psicologia.

Em particular, Grof sente que o paradigma holográfico oferece um modelo de compreensão para muitos estonteantes fenômenos vivenciados por indivíduos durante estados alterados de consciência. Nos anos 50, conduzindo uma pesquisa em que se acreditava que o LSD seria um instrumento psicoterapêutico, Grof teve uma paciente que de repente ficou convencida que tinha assumido a identidade de uma femea de uma espécie pré-histórica de répteis.

Durante o curso da alucinação dela, ela não somente deu riquissimos detalhes do que ela sentia ao ser encapsulada naquela forma, mas notou que uma porção do macho daquela espécie tinha anatomia que era um caminho para as escamas coloridas ao lado de sua cabeça. O que foi surpreendente para Grof é que a mulher não tinha conhecimento prévio sobre estas coisas, e uma conversação posterior com um zoologista confirmou que em certas espécies de repteis as áreas coloridas na cabeça tem um importante papel como estimulantes do desenvolvimento sexual.

A experiência desta mulher não foi única. Durante o curso da pesquisa, Grof encontrou exemplos de pacientes regredindo e se identificando com virtualmente todas as espécies na árvore evolucionária (descobertas da pesquisa ajudaram a influenciar a cena do homem-vindo-do-macaco no filme Altered States). E mais ainda, ele descobriu que estas experiências freqüentemente continham detalhes obscuros que mais tarde vieram a ser confirmados como acurados.

Regressões dentro do reino animal não são os únicos quebra cabeças entre os fenômenos psicológicos que Grof encontrou.

Ele também teve pacientes que pareciam entrar em algum tipo de consciência racial ou coletiva. Indivíduos com pouca ou nenhuma educação repentinamente davam detalhadas descrições das práticas funerárias do Zoroastrismo e cenas da mitologia hindu. Em outro tipo de experiências os indivíduos forneciam relatos persuasivos de jornadas fora do corpo, relâmpagos pré cognitivos do futuro, de regressões dentro de aparentemente encarnações de vidas passadas.

Em pesquisa posterior, Grof encontrou a mesma extensão de fenômenos manifestados em seções de terapia que não envolviam o uso de drogas. Em virtude dos elementos em comum nestas experiências parecerem transcender a consciência individual, além dos usuais limites do ego e/ou as limitações de tempo ou espaço, Grof chamou estas manifestações de experiências transpessoais e no fim dos anos 60 ele auxilou na fundação de um ramo de psicologia chamada "psicologia transpessoal" e se devotou inteiramente ao seu estudo.

Embora a recém-fundada Association of Transpersonal Psychology conquistasse um rápido crescimento entre o grupo de profissionais de mente similar, e se tornasse um ramo respeitado da psicologia, durante anos nem Grof nem seus colegas foram capazes de fornecer um mecanismo para explicar os bizarros fenômenos psicológicos que eles estavam testemunhando. Mas isto mudou com o advento do paradigma holográfico. Como Grof recentemente notou, se a mente é parte de um continuum, um labirinto que é conectado não somente as outras mentes que existem ou existiram, mas a cada átomo, cada organismo e região na vastidão do espaço e tempo, o fato de que seja capaz de ocasionalmente fazer entradas no labirinto e Ter experiências transpessoais não pode mais parecer estranho.

O paradigma holográfico tem também implicações nas chamadas ciências "concretas" como a biologia. Keith Floyd, um psicólogo do Virginia Intermont College, tem pontificado que a concretividade da realidade é apenas uma ilusão holográfica, e não está muito longe da verdade dizer que o cérebro produz a consciência. Mais ainda, é a consciência que cria a aparência do cérebro - bem como do corpo e de tudo mais que nós interpretamos como físico.

Esta virada na maneira de se ver as estruturas biológicas fez com que pesquisadores apontassem que a medicina e o nosso entendimento do processo de cura poderia também ser transformado em um paradigma holográfico. Se a aparente estrutura física do corpo nada mais é do que a projeção holográfica da consciência, torna-se claro que cada um de nós é mais responsável por sua saúde do que admite a atual sabedoria médica. Que nós agora vejamos as remissões miraculosas de doenças podem ser próprias de mudanças na consciência que por sua vez efetua alterações no holograma do corpo.

Similarmente, novas técnicas controversas de cura como a visualização podem funcionar muito bem porque no domínio holográfico de imagens pensadas que são muito "reais" se tornam "realidade". Mesmo visões e experiências que envolvem realidades "não ordinárias" se tornam explicáveis sob o paradigma holográfico. Em seu livro, "Gifts of Unknown Things," o biologista Lyall Watson descreve seu encontro com uma mulher xamã indonésia que, realizando uma dança ritual , foi capaz de fazer um ramo inteiro de uma árvore desaparecer no ar. Watson relata que ele e outro atônito expectador continuaram a olhar para a mulher, e ela fez o ramo reaparecer, desaparecer novamente e assim por várias vezes.

Embora o atual entendimento científico seja incapaz de explicar estes eventos, experiências como esta vem a ser mais plausíveis se a "dura" realidade é apenas uma projeção holográfica. Talvez concordemos sobre o que está "lá" ou "não está lá " porque o que chamamos consenso realidade é formulada e ratificada a nível de inconsciência humana a qual todas as mentes estão interligadas.

Se isto é verdade, a mais profunda implicação do paradigma holográfico é que as experiências do tipo da de Watson não são lugares comum somente porque nós não temos programado nossas mentes com as crenças que fazem com que sejam.

Num universo holográfico não há limites para a extensão do quanto podemos alterar o tecido da realidade. O que percebemos como realidade é apenas uma forma esperando que desenhemos sobre ela qualquer imagem que queiramos.

Tudo é possível, de colheres entortadas com o poder da mente aos eventos fantasmagóricos vivenciados por Castaneda durante seus encontros com o bruxo Yaqui Don Juan, mágico de nascença, não mais nem menos miraculoso que a nossa habilidade para computar a realidade que nós queremos quando sonhamos.

E assim, mesmo as nossas noções fundamentais sobre a realidade se tornam suspeitas, dentro de um universo holográfico, como Pribram postulou, e mesmo eventos ao acaso podem ser vistos dentro dos princípios básicos holográficos e portanto determinados.

Sincronicidades ou coincidências significativas de repente fazem sentido, e tudo na realidade terá que ser visto como uma metáfora, e mesmo eventos ao acaso expressariam alguma simetria subjacente.

Seja o paradigma holográfico de Bohm e Pribram aceito na ciência ou morra de morte ignóbil, é seguro dizer que ele já tem influenciado a mente de muitos cientistas. E mesmo se descoberto que o modelo holográfico não oferece a melhor explicação para as comunicações instantâneas que vimos ocorrer entre as partículas subatômicas, no mínimo, como observou notou Basil Hiley, um físico do Birbeck College de Londres, os achados de Aspect "indicam que devemos estar preparados para considerar radicalmente novos pontos de vista da realidade".

Tradução do original:
Reality - the Holographic Universe - 03/16/97.
Arquivo postado como REALITY.ASC na lista KeelyNet BBS em 24 de fevereiro de 1991.

*Não encontrei referências a autor e tradutor

 

Victor Rodrigues

www.bioreiki.com

victor rodrigues www.bioreiki.com bioreiki às 10:29
www.bioreiki.com | comentar | favorito
|

COMO NASCE UM PARADIGMA

COMO NASCE UM PARADIGMA:
 
 
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada. Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

" Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui... "

Não deves perder a oportunidade de passar esta história para os teus amigos, para que, de vez em quando, se questionem por que fazem (ou não fazem) certas coisas.

" É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO "

(Albert Einstein)
 
VICTOR RODRIGUES
 
 
 
victor rodrigues www.bioreiki.com bioreiki às 10:14
www.bioreiki.com | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Outubro 2007

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. Cristo e o Amor Incondici...

. A Marca da Besta

. O Universo como um Hologr...

. COMO NASCE UM PARADIGMA

.arquivos

. Outubro 2007

.tags

. todas as tags

.favoritos

. Equilíbrio pH (ácido-alca...

. Como permanecer saudável.

. O ADN E AS EMOÇÕES

. O SEGREDO "The Secret" Pa...

. O SEGREDO "The Secret" Pa...

. O SEGREDO "The Secret" Pa...

. Os Seis Princípios da "Le...

. LEI DO RETORNO OU LEI DA ...

. COMO NASCE UM PARADIGMA

. A Marca da Besta

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds